Exposição em Nova Iorque celebra os 100 anos do cantor Frank Sinatra

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Uma exposição em Nova Iorque marca os 100 anos de Frank Sinatra, ícone da cultura americana. Uma das curiosidades que pouca gente sabe é que Frank pintava para relaxar a mente e a voz, e assinava suas obras dada para amigos e fãs como “Grandpa” (Vovô), sem ganhar um centavo por isso. Criatividade que ficou à sombra de uma voz reconhecida em todo o mundo.

Frank Sinatra comemoraria 100 anos no dia 12 de dezembro deste ano. A família Sinatra e a Frank Sinatra Enterprises produziram um evento multimídia batizado de Sinatra 100, que dá destaque aos álbuns e filmes do lendário cantor: o tributo começou no último dia 4 de março, no Lincoln Center, em Nova York, com a abertura da exposição Grammy Museum’s Sinatra: An American Icon Exhibit.

A imagem de Nova Iorque está atrelada a Sinatra, que nasceu na cidade vizinha Hoboken, Nova Jersey, mas adotou as ruas de New York e se tornou um dos mais famosos novaiorquinos. Sinatra lidava mal com a fama, odiava a imprensa e tinha fama de mulherengo. Ele chegou a ser detido por crime de sedução, mas foi perdoado pelas fãs.

A exposição conta com roupas, óculos e até mesmo o famoso chapéu do cantor, peças doadas pela família. A mostra vai circular o Estados Unidos paralelamente à realização de painéis de discussão sobre a obra do artista, em lugares como a Universidade de Yale e o festival de artes Texas South by Southwest, para celebrar a vida do artista que completaria 100 anos e gostava de usar a frase “deixe-me tentar”

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