McFly chega ao futuro; saiba onde o filme acertou e errou

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(ANSA) – O dia tão esperado pelos fãs da saga “De Volta Para O Futuro” chegou. Marty McFly finalmente está no futuro: 21 de outubro de 2015. No segundo filme da franquia, que saiu nos cinemas em 1989, o jovem e seu amigo e companheiro de viagens, o Doutor Emmett Brown, decidem ir para um futuro distante em sua máquina do tempo, um potente carro DeLoren.

Agora, 26 anos depois da produção do longa, o futuro dos protagonistas não é exatamente o mesmo que o presente no qual vivemos. Em algumas coisas, o diretor de “De Volta Para O Futuro 2”, Robert Zemeckis, conseguiu chegar bem perto da nossa realidade, mas em outras, ainda precisamos de algum tempo para alcançá-las.

Um dos melhores exemplos são as noções que o filme apresenta sobre os meios de transporte. “Para onde vamos não precisamos de estradas”, disse Dr. Brown para McFly no fim do primeiro filme da série.Exatamente como afirma a frase, na sequência os carros não precisam de ruas, já que voam. Mesmo estando bem longe deste tipo de tecnologia, o que se pode ver no real ano de 2015 é que o espaço aéreo está cada vez mais reservado para aviões e helicópteros particulares.

Além disso, um dos maiores símbolos da película não se realizou. O famoso “hoverboard”, skate flutuante usado por McFly e desejado pelas gerações de 1980 e 1990, não pode ser encontrado pelas ruas.

No entanto, isso não significa que ele já não exista. A companhia norte-americana Hendo se aproveitou da ideia do filme e criou um skate que consegue flutuar, mas que precisa estar acima de um trilho metálico específico. Além disso, ele só funciona por 15 minutos e custa cerca de US$ 10 mil.

Ainda na parte tecnológica, um aparelho que chama atenção no longa é a televisão gigantesca e super fina onde é possível assistir a vários canais simultaneamente e até fazer chamadas de vídeo. No verdadeiro 2015, ainda não é possível ver vários programas na mesma tela, mas isso acontece similarmente com as várias abas que podem ser abertas ao mesmo tempo na internet em computadores e smartphones. Já em relação ao formato da TV e às chamadas em vídeo, o filme acertou em cheio. A primeira ideia pode ser encontrada em qualquer loja de eletroeletrônicos, e a segunda, em aplicativos e serviços como o Skype.

Outra característica fundamental de “De Volta Para O Futuro” são as roupas tecnológicas. Hoje já existem algumas vestimentas “inteligentes”, mas nada tão avançado como um casaco que seca sozinho. A exceção é o tênis que se amarra sem ajuda de ninguém. O calçado já existe, criado pela companhia Nike em homenagem à saga, mas ainda não é muito conhecido ou usado.

Mensagem especial do Dr Brown:

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