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Altas Horas – 16/06/2018: Otaviano Costa, Thammy Miranda e Fabíula Nascimento

Altas Horas – 16/06/2018: Otaviano Costa, Thammy Miranda e Fabíula Nascimento

No Altas Horas deste sábado, 16 de junho, Otaviano Costa, Thammy Miranda e Fabíula Nascimento.

Entre o samba de Jorge Aragão e o rock de Capital Inicial, Serginho Groisman convida um time bem animado para o ‘Altas Horas’ deste sábado, dia 16. Otaviano Costa, Thammy Miranda e Fabíula Nascimento dividem o palco com a plateia em um papo sobre carreira, relacionamento e respeito à diversidade. No quadro ‘Linha do Tempo’, o apresentador recebe o rabino Henry Sobel.

Se para algumas pessoas o tempo não é o melhor amigo, para Otaviano Costa só faz bem. O apresentador relembra a trajetória ao assistir a vídeos no telão e surpreende com o visual, que foi mudando com o passar dos anos. Nesse meio tempo, Otaviano foi ator, apresentador, locutor, repórter e dublador, e uma característica o ligou a todas essas atividades: a emoção. “No ‘Vídeo Show’, por exemplo, sinto como telespectador e me emociono muito com o que vejo. Graças a Deus, sou esse ser sensível”, analisa.

Fabíula Nascimento comemora o atual momento da carreira, no ar como Cacau em ‘Segundo Sol’. São 21 anos de trajetória em frente aos holofotes do teatro, da TV e do cinema, traduzidos pela artista em personagens marcantes. Uma delas foi Íria, de “Estômago”, um dos filmes mais aclamados de 2007, cujo trecho é exibido por Serginho no ‘Altas Horas’. “Eu amo muito fazer o que faço. É muito legal ver os resultados assim, pois dá para ver cada energia que você coloca, horas de dedicação. Faço com muito amor e carinho para vocês todos”, comenta a atriz.

Já Thammy Miranda, recém-casado, conta como foi a oficialização da união com Andressa Ferreira, realizada em Las Vegas. O artista promete que vem festa por aí: amigos e familiares terão a oportunidade de curtir uma celebração no Brasil, planejada para o fim do ano. Thammy garante, ainda, que não se importa com os comentários de ódio que recebe na internet devido à sua transexualidade. “Estou muito bem resolvido comigo mesmo. A cada ano que passa, atinjo mais o meu objetivo de ser quem eu sou, por dentro e por fora.”.

No quadro ‘Linha do Tempo’, Serginho Groisman abre espaço para uma conversa franca e bastante importante com Henry Sobel, que teve um papel marcante durante a ditadura militar brasileira e também ao longo da vida do apresentador.

“Ele é o meu rabino e me disse, quando meu pai morreu, que as pessoas ficam vivas enquanto a gente lembra delas”, explica Serginho, mostrando a quipá que era de seu pai e que está usando na entrevista. Logo no início de sua jornada no Brasil, na década de 1970, Sobel se viu diante de um momento muito difícil: a morte de Vladimir Herzog, que havia sido tratada pelos militares como suicídio.

De acordo com a tradição judaica, aquele que comete este ato, deve ser enterrado em um lugar separado dos demais, “como meio de culpá-lo”, explica. Por ter visto o jornalista nu, “com todas as manchas, eu vi com meus olhos”, o rabino atestou que aquele homem tinha sido morto, uma atitude política em meio à repressão.

Tudo isso e muito mais você pode conferir logo após mais uma edição do Zorra, começando por volta das 23h, na Rede Globo.

Sobre o autor | Website

Catarinense e estudante de direito. Escrevo sobre entretenimento desde 2010, mas comecei com política internacional depois da campanha americana de 2016. Adoro uma premiação e um debate político, mas sempre estou lendo ou assistindo algo interessante. Quer saber mais? Me pague um café e vamos conversar.

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