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Carol Hubner, um exemplo de dedicação as artes cênicas

Carol Hubner, um exemplo de dedicação as artes cênicas

Desenvolvendo o gosto pelas artes cênicas ainda na pré-adolescência, Carol Hubner concluiu o seu ensino de atuação no Studio Beto Silveira. Teve sua primeira chance profissional em 2001, durante uma apresentação de comédia no Festival Fringe em Curitiba.

Sempre a procura de novos projetos e indo cada vez mais a fundo atrás de conhecimentos, continuou seus estudos na Actor Studio SP, onde se formou como atriz e diretora, além de concluir seus estudos em cinema digital. Alguns anos depois, cursou teatro musical com o professor Thiago Gimenes.

Como foi que o teatro começou a ter espaço na sua vida?

O teatro começou desde que eu era pré adolescente, talvez em momento de rebeldia, na busca de novos significados das minhas próprias referências, estava querendo olhar o mundo com os meus próprios olhos e não através das minhas referências como pais, mães, professores. Comecei olhar além e no teatro me encontrei, encontrei essa possibilidade que cada vez mais fez parte e foi ficando mais forte. Iniciei no teatro com 13 anos na escola e não parei mais. Realmente não consigo ficar fora dele, o teatro sempre me abraça.

Quando foi sua primeira experiência profissional como atriz?

Foi em 2001 no festival em Curitiba, o Fringe, eu fui com um grupo de recém formados pelo estúdio Beto Silveira, nos apresentamos com uma comédia. Eu fazia uma socialite, uma mulher que iria se casar em uma igreja super badalada e ela se encontrava com mais duas noivas em um cabeleireiro no dia da noiva. Apesar de realidades muito diferentes se encontravam durante o espetáculo.

Foi uma experiência muito boa porque a cidade respirava teatro, pessoas do mundo inteiro, dos país inteiro lá para apreciar o teatro. Pra mim foi uma experiência especial demais. Tenho muita vontade de voltar para viver um pouco mais de tudo isso.

Sobre a peça “Diga Que Já Me Esqueceu”, como está sendo voltar a trabalhar com Dan Rosseto?

Eu amei trabalhar com ele e não imaginei que fosse voltar tão cedo trabalhar novamente. Me senti muito grata e satisfeita em ser chamada tão rapidamente. Foi difícil, por nunca ter feito nada expressionista e o texto baseado em Nelson Rodrigues e no universo dele. A linguagem expressionista e texto expressionista que o Dan criou me colocou um super desafio, uma personagem que fui descobrindo ao decorrer da temporada, porque montamos muito rápido em 15 dias. O Dan foi generoso e me ajudando a encontrar essa personagem aos poucos.

Quais são suas inspirações como artista?

A possibilidade de falar um pouco do que ninguém quer ouvir. Falar sobre assuntos cruéis que são necessários. A discussão do novo me contribui para me tornar uma pessoa melhor. Esse lugar que me questionar, certo e errado, sim e o não, ser ou não ser. Esses lugares da mente, do que é cultural, do que é o destino. Do questionar do que é meu e do consciente coletivo. Em todas as linguagens do teatro podemos fazer isso. Sempre o cunho de transformar e de fazer pensar. Me inspira muito, me movimenta demais.

Como está sendo a expectativa para o futuro? E o prêmio Aplauso Brasil?

Estou grata em ter essa indicação como melhor elenco, é uma homenagem. Um evento pensando e feito pro teatro. O artista precisa deste lugar. Somos a classe, um todo. Quando fui ano passado a essa festa e estava tão feliz em estar lá e neste ano voltarei concorrendo ao prêmio. Não sei ainda como será, foi um ano muito especial, mas ainda não sei a real dimensão e como mensura-lo. Lindo fazer parte desta festa. Me sinto especial e honrada.

Deixe uma mensagem.

Antes de julgar a atitude de alguém fantasie algo que te faça compreender os motivos daquela atitude. Seres humanos são recheados de sentimentos, o bem e o mal andam juntos. O que muda a nossa atitude muitas vezes é a necessidade humana. Vamos respeitar, amar e tentar compreender. O teatro me ensinou a me colocar no lugar do outro e acho que é um bom caminho para tentar viver em harmonia com o todo. Vamos em frente!

Sobre o autor | Website

Luca Rocha Moreira, nascido na manhã de 14 de maio, 1998 na cidade de Niterói, filho de Lucia Maria Rocha e Luiz Carlos Falcão Moreira, um designer gráfico que morreu em 2012 vítima de câncer de pulmão. Em 2008, ele foi morar com sua mãe e seu padrasto, o veterinário Vladimir Fernandes, que já era pai de seu irmão Eduardo Rocha, e que alguns anos depois adotou sua irmã mais nova, Camila, em Macapá. Além desses dois, Luca também é irmão de Leonardo e Alexandre Tristão. Seu avô materno era comissário de bordo da Varig, falida em 2006. Iniciou o ensino médio na Escola Técnica Estadual Henrique Lage, onde cursou o técnico integrado em engenharia naval. Em 2015, Moreira começou a fazer um curso de formação de atores profissionais, fazendo testes em aula como ''Navalha na Carne'' do autor Plínio Marcos. Mas depois de cinco meses de treinamento, ele começou a ter problemas com sua classe, pois incomodou seus colegas por não serem tão fáceis de incorporar seus personagens na primeira vez, o que o deprimiu. Ele teve aulas com o professor e ator profissional Alécio Abdon, que participou de algumas novelas da Rede Globo. Sua base de estudos foi através do dramaturgo russo Constantin Stanislavski. Atualmente estudando jornalismo na Universidade Estácio de Sá, iniciou seus estudos acadêmicos em março de 2018, antigamente no curso de publicidade, mais no segundo período, decidiu se mudar para o jornalismo, analisando contato e sua facilidade na área. Lá ele também participou de projetos estudantis, como ter entrado como editor do principal jornal interno da faculdade, ''O Estaciente''. Ali publicou vários artigos que escreveu, como os de Rodrigo Tardelli e Babi Xavier. Em seu tempo no jornal interno da universidade, ele teve a oportunidade de experimentar outros assuntos fora do mundo artístico e celebridades, como as eleições presidenciais no Brasil em 2018, onde ele foi responsável por escrever sobre os quatro candidatos que lideravam a presidência: Jair Bolsonaro, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. Em março de 2016, Luca foi descoberto em sua página no Facebook, no qual veio a mudar de assunto várias vezes, escrevendo assuntos como esportes, nutrição e por fim, sobre cultura, por esse assunto, Moreira foi descoberto por uma produtora de teatro profissional localizada na Barra da Tijuca, onde foi convidado para fazer seu primeiro estágio, ainda cursando o ensino médio. Seis meses depois, fez um acordo para divulgar o filme ''O Grande Circo Místico'', dirigido pelo premiado diretor Cacá Diegues, que por causa de um problema, o fez renunciar a sua posição. Naquela época, Luca conhecia seus primeiros contatos com o meio profissional, como a atriz Rayssa Bratillieri, que mais tarde fez a personagem Pérola Mantovani em “Malhação – Vidas Brasileiras”. Primo dos atores Giulliana Succine e Miguel Rivas, sempre ajudou Giulliana com sua assessoria, que em dezembro de 2017, se juntou a Esdras Ribeiro, que na época possuía um conjunto de sites, onde ele começou a escrever seus primeiros assuntos como colunista. Sua primeira tentativa de escrever uma entrevista foi com o ator Pedro Carvalho, que estava no auge de sua carreira com a novela ''Escrava Mãe'', exibida pela Record TV. Seu primeiro artigo profissional foi lançado no dia 30 de janeiro de 2017, quando conheceu a atriz Malu Falangola, que estava na Rede Globo naquela época. Após uma curta temporada como o extinto ''Almanaque Mídia'', ele recebeu a infeliz notícia de que o portal estaria fechando devido a problemas de gestão. Uma semana depois, Daniel Neblina, um jornalista de Brasília que já estava o observando, o chamou para entrar no ”RegistroPOP'', onde ele teve o reconhecimento de seu trabalho decolando com artistas como Adriano Alves, Larissa Manoela, Thomaz Costa, Larissa Maciel, Sophia Abrahão e Lua Blanco. Em 11 de maio de 2018, depois de ficar mais de um ano na redação, ele já havia feito história em mais de 9 portais diferentes. Em março de 2018, iniciou sua carreira internacional, quando entrevistou a cantora americana Megan Nicole, de quem gostava desde a infância. Um tempo depois veio a atriz Violett Beane, estrela da série ''The Flash''. Cinco meses depois da entrevista com Beane, conheceu através do Facebook, a atriz Chloe Lang, que entre os anos de 2013 e 2014, interpretou a personagem Stephanie Meanswell na série infantil LazyTown, exibida pelo Discovery Kids, indo ao ar em setembro daquele ano.

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