Gabriel Moura recorda C1R: “Me ensinou a ser aberto a novas ideias”

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Foto: Divulgação/RN Assessoria

Natural da cidade do Rio de Janeiro, o ator Gabriel Moura, iniciou seus trabalhos no meio artístico na a publicidade aos três anos de idade, e já tendo o irmão como inspiração na televisão, começou aos seis anos o seu primeiro curso de interpretação, e logo estreou sua primeira peça no teatro.

Já na televisão, Moura realizou vários trabalhos que o fez consagrar-se como artista. Entre varias emissoras que são a Globo, a Record e o SBT, o ator participou de “O Profeta” (como Marcos na 1ª fase), “Sete Pecados” (como Moacir); “Chamas da Vida” (como o personagem Gabriel), “Dalva e Herivelto” (como Pery Ribeiro), e mais recentemente “Cúmplices de Um Resgate” (como Benjamin).

No cinema, Gabriel também já teve seus momentos de sucesso, vivendo ao lado do grande mestre Renato Aragão, o filme “O Guerreiro Didi e a Ninja Lili”, onde interpretou Zezinho.

Como e quando foi que você decidiu que gostaria de seguir a carreira de ator na sua vida?

Eu era bem novo quando decidi seguir essa carreira. Tinha quatro anos e assistia meu irmão mais velho na televisão. Ele já era ator, e eu dizia que queria fazer aquilo também. Até que entrei em uma agência e comecei com os testes e depois não parei mais.

Foto: Divulgação/RN Assessoria

Como você se vê futuramente? Planeja continuar seguindo carreira ou existem outros planos?

Ainda não consigo me ver futuramente. Essa profissão é muito incerta. Mas sim, planejo seguir a carreira de ator. É o que eu amo fazer.

Um sonho que ainda deseja realizar?

Eu amo viajar, conhecer lugares e pessoas. Então acho que esse meu sonho é conhecer um pouco do mundo, conhecer pessoas que eu admiro e seguir nesse meio também.

O que mais admira e o que mais odeia em uma pessoa?

O que mais admiro é o respeito, a educação e a humildade, que pra mim é primordial. O que mais odeio é a futilidade e quando a pessoa se acha superior às outras.

Como você ficou sabendo que estaria no elenco de “Cúmplices de Um Resgate” e o que acha que esse trabalho mais lhe ensinou?

Eu estava almoçando, com um grupo de amigos e recebi uma ligação. Foi um susto! Muita informação pra pouco tempo. Esse trabalho me ensinou muito, tanto pessoalmente como profissionalmente. Mas acho que me ensinou a ser mais aberto a novas idéias.

Já possuiu planos para futuras novelas ou para novos projetos na televisão?

Sim, mais ainda não posso falar dos planos para 2018. Mas adianto que o ano promete ser um bem legal em relação aos trabalhos.

Foto: Divulgação/RN Assessoria

Como você se define como pessoa?

É muito difícil falar de si mesmo. Mas me defino como uma pessoa que gosta de ouvir, que sempre quer o bem de todos e que adora entender mais as coisas.

Qual foi a experiência que mais te marcou até hoje?

Acho que foi essa mudança de vida que Cúmplices proporcionou. Passar a morar sozinho em São Paulo e a ter grandes números de seguidores nas redes sociais.

E nos relacionamentos, como andam as coisas?

Bem (risos). Sou um menino quieto, gosto de sair com os amigos e conhecer pessoas. Mas fico na minha a maioria do tempo.

Hoje em dia, qual significado seus fãs conquistaram na sua vida?

Um imenso significado! Eles fazem parte da minha vida. Converso com vários no dia-a-dia, conto um pouco da vida, escuto histórias delas também. São todos uns amores, só tenho a agradecer pelo carinho e pelo que eles fazem por mim.

Deixe uma mensagem para terminarmos.

Quero agradecer ao Luca pelo convite da entrevista, foi muito legal. Agradecer a galera que vai ler, espero que gostem de saber um pouco mais sobre mim. E também não posso esquecer de agradecer a Deus por tudo que ele fez, e faz na minha vida. Continuem me acompanhando ai, vem muita coisa legal. Beijo.

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