Notícia Luca Moreira

Giselle Batista relembra a vilã Isadora Sarmento de “Cheias de Charme”

Giselle Batista relembra a vilã Isadora Sarmento de “Cheias de Charme”

Natural de São Gonçalo, Rio de Janeiro, a atriz Giselle Batista começou a estudar teatro aos 16 anos.

Começou em ‘Malhação’ (2007), com a personagem Clara Viana. Participou de ‘Clandestinos’, série adaptada do grande sucesso teatral no qual Giselle também fez parte; no Multishow fez as séries ‘Morando Sozinho’ e ‘Uma Rua Sem Vergonha’; seguiu na Rede Globo com a série ‘A Mulher Invisível’, atuando ao lado de Selton Melo; ‘Alice’; ‘Louco Por Elas’ e Natália (TV Brasil).

O grande destaque de Giselle foi em ‘Cheias de Charme’ (2012), no qual interpretou a antagonista mimada Isadora Sarmento. Após o grande sucesso da novela, fez a série ‘As Canalhas’ e integrou o grande elenco de ‘Boogie Oogie’ (2014). No ano seguinte, Giselle deu vida a Duda, de ‘A Regra do Jogo’, uma homossexual dona de uma forte personalidade e bom caráter.

Já nas telonas do cinema brasileiro, Giselle fez ‘High School Musical – O Desafio’, dirigido por César Rodrigues, assim como o curta-metragem ‘Alguns Nomes do Impossível’, de Gabriel Tupinambá. A atriz também possui projetos paralelos à carreira artística, ela foi apresentadora do programa ‘Estampa’, no Canal Oi e apresentou o MIT TV, na Mitsubishi.

Quando foi que seu amor pela atuação começou? 

Quando criança eu não tinha o hábito de ir ao teatro, minha família não ia nunca. Fui pela primeira vez num passeio da escola e me encantei.

Parecia muito mágico alguém viver daquilo que para mim era pura diversão. Comecei a sonhar com isso sem nem ter noção exata do que realmente era. Já adolescente, comecei a estudar teatro, frequentar teatros e cinemas, e fui me apaixonando cada vez mais. Me expressar artisticamente era o meu caminho mesmo.

Estudando teatro desde os 16 anos, e formada pela UniRio em artes cênicas, qual a importância que a formação acadêmica contribuiu para o desenvolvimento da sua carreira? 

A UniRio foi extremamente importante na minha formação, principalmente pela troca de informações e experiências que tive ali. Foram quatro anos pensando o teatro, aprendendo com gente de todas as escolas, vendo muito artista incrível se desenvolver. E mais que isso, me desenvolvendo. Experimentando. Existem muitos artistas talentosos que merecem um espaço para mostrar o trabalho. É para pensar, né? Tudo isso é aprendizado. O meu caminho era ter essa formação acadêmica, pois eu buscava isso também. Me faltaria algo se não tivesse feito.

No seu primeiro papel na televisão, como Clara Viana na 14ª  temporada de “Malhação”, pôde contracenar juntamente com sua irmã. O apoio na época foi fundamental para encarar o primeiro trabalho das duas? 

Foi ótimo para gente começar juntas. Temos clareza da potência que isso tem. Foi muito bonito e nos apresentamos para o grande mercado assim. Depois tivemos muito tempo para desenvolver nossas individualidades e nossa carreira em separado. Uma trajetória escolhida com muito cuidado por nós.

Além da Rede Globo, também trabalhou em algumas séries no Multishow como “Morando Sozinho” e “Uma Rua Sem Vergonha”. Ainda guarda boas lembranças da época? 

Guardo boas lembranças de todos os lugares que passei, e não foram poucos. Cada veículo tem sua dificuldade e seu brilho. Me dedico igualmente a todos eles.  Sempre fui autônoma, sempre passeei por vários lugares e várias emissoras de tv. Essa é bem a realidade da maioria dos atores hoje, mas sempre foi a minha. O mercado mudou muito. Mas o lado bom de tudo isso é que agora as pessoas nos veem como atores e ponto. Não atores de tal lugar. O que nos move de um lugar para o outro são os desafios. Quero desafios. Não importa onde.

Como era contracenar com Selton Melo em “A Mulher Invisível” e qual significado que a Mana representa hoje? 

Uma resposta cliché, mas bem verdadeira: um presente! O Selton é um grande artista que sempre admirei, estar ao lado dele é um aprendizado. Um artista completo e generoso parceiro de cena. Amei! Tomara que nossos caminhos se cruzem novamente.

A Mana pode ser vista hoje como a busca pela juventude a qualquer preço. A versão mais nova da Mulher Invisível, numa tentativa doida de achar que a juventude poderia ser solução para tudo. Bem hoje, né?

Um dos seus grandes destaques na dramaturgia, foi a vilã Isadora Sarmento de “Cheias de Charme”. Como foi seu estudo para encarar esse novo perfil de personagem? 

A Isadora foi um marco na minha carreira, sem dúvidas. Uma grande personagem numa trama de imenso sucesso. As pessoas me param na rua até hoje para falar da Isadora. Eu tentei aproximar ao máximo a Isadora de mim. E olha que somos muito diferentes. Mas parti das minhas frescuras, do meu lugar de egoísmo, dos meus pequenos luxos cotidianos e fui ampliando até chegar na medida que achava interessante. Acredito que temos tudo dentro de nós. Iluminei coisas que estavam mais apagadas em mim para viver a Isadora.

Em “A Regra do Jogo” de 2014, tivemos a Duda, uma homossexual de personalidade bastante forte. A questão de trazer um assunto que hoje é tão debatido na sociedade, trouxe algumas dificuldades na forma de apresentação?

Felizmente em 2014 esse debate já não era novo. Outras tramas e outras personagens já vieram abrindo esse caminho. Acho até que na novela foi abordado de forma muito natural. A polêmica entrava quando ela resolvia engravidar do cunhado, aí realmente a trama ficava mais complexa. Foi demais. E meu núcleo era absurdamente maravilhoso.

Sobre o autor | Website

Luca Rocha Moreira, nascido na manhã de 14 de maio, 1998 na cidade de Niterói, filho de Lucia Maria Rocha e Luiz Carlos Falcão Moreira, um designer gráfico que morreu em 2012 vítima de câncer de pulmão. Em 2008, ele foi morar com sua mãe e seu padrasto, o veterinário Vladimir Fernandes, que já era pai de seu irmão Eduardo Rocha, e que alguns anos depois adotou sua irmã mais nova, Camila, em Macapá. Além desses dois, Luca também é irmão de Leonardo e Alexandre Tristão. Seu avô materno era comissário de bordo da Varig, falida em 2006. Iniciou o ensino médio na Escola Técnica Estadual Henrique Lage, onde cursou o técnico integrado em engenharia naval. Em 2015, Moreira começou a fazer um curso de formação de atores profissionais, fazendo testes em aula como ''Navalha na Carne'' do autor Plínio Marcos. Mas depois de cinco meses de treinamento, ele começou a ter problemas com sua classe, pois incomodou seus colegas por não serem tão fáceis de incorporar seus personagens na primeira vez, o que o deprimiu. Ele teve aulas com o professor e ator profissional Alécio Abdon, que participou de algumas novelas da Rede Globo. Sua base de estudos foi através do dramaturgo russo Constantin Stanislavski. Atualmente estudando jornalismo na Universidade Estácio de Sá, iniciou seus estudos acadêmicos em março de 2018, antigamente no curso de publicidade, mais no segundo período, decidiu se mudar para o jornalismo, analisando contato e sua facilidade na área. Lá ele também participou de projetos estudantis, como ter entrado como editor do principal jornal interno da faculdade, ''O Estaciente''. Ali publicou vários artigos que escreveu, como os de Rodrigo Tardelli e Babi Xavier. Em seu tempo no jornal interno da universidade, ele teve a oportunidade de experimentar outros assuntos fora do mundo artístico e celebridades, como as eleições presidenciais no Brasil em 2018, onde ele foi responsável por escrever sobre os quatro candidatos que lideravam a presidência: Jair Bolsonaro, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. Em março de 2016, Luca foi descoberto em sua página no Facebook, no qual veio a mudar de assunto várias vezes, escrevendo assuntos como esportes, nutrição e por fim, sobre cultura, por esse assunto, Moreira foi descoberto por uma produtora de teatro profissional localizada na Barra da Tijuca, onde foi convidado para fazer seu primeiro estágio, ainda cursando o ensino médio. Seis meses depois, fez um acordo para divulgar o filme ''O Grande Circo Místico'', dirigido pelo premiado diretor Cacá Diegues, que por causa de um problema, o fez renunciar a sua posição. Naquela época, Luca conhecia seus primeiros contatos com o meio profissional, como a atriz Rayssa Bratillieri, que mais tarde fez a personagem Pérola Mantovani em “Malhação – Vidas Brasileiras”. Primo dos atores Giulliana Succine e Miguel Rivas, sempre ajudou Giulliana com sua assessoria, que em dezembro de 2017, se juntou a Esdras Ribeiro, que na época possuía um conjunto de sites, onde ele começou a escrever seus primeiros assuntos como colunista. Sua primeira tentativa de escrever uma entrevista foi com o ator Pedro Carvalho, que estava no auge de sua carreira com a novela ''Escrava Mãe'', exibida pela Record TV. Seu primeiro artigo profissional foi lançado no dia 30 de janeiro de 2017, quando conheceu a atriz Malu Falangola, que estava na Rede Globo naquela época. Após uma curta temporada como o extinto ''Almanaque Mídia'', ele recebeu a infeliz notícia de que o portal estaria fechando devido a problemas de gestão. Uma semana depois, Daniel Neblina, um jornalista de Brasília que já estava o observando, o chamou para entrar no ”RegistroPOP'', onde ele teve o reconhecimento de seu trabalho decolando com artistas como Adriano Alves, Larissa Manoela, Thomaz Costa, Larissa Maciel, Sophia Abrahão e Lua Blanco. Em 11 de maio de 2018, depois de ficar mais de um ano na redação, ele já havia feito história em mais de 9 portais diferentes. Em março de 2018, iniciou sua carreira internacional, quando entrevistou a cantora americana Megan Nicole, de quem gostava desde a infância. Um tempo depois veio a atriz Violett Beane, estrela da série ''The Flash''. Cinco meses depois da entrevista com Beane, conheceu através do Facebook, a atriz Chloe Lang, que entre os anos de 2013 e 2014, interpretou a personagem Stephanie Meanswell na série infantil LazyTown, exibida pelo Discovery Kids, indo ao ar em setembro daquele ano.

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