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Luca Moreira conta a história de Carolina Stofella em entrevista

Luca Moreira conta a história de Carolina Stofella em entrevista

Formada em 2000 pela Casa de Artes Laranjeiras (CAL), uma das escolas de artes mais prestigiadas do Rio de Janeiro, a atriz catarinense Carolina Stofella, vêm ganhando cada vez mais espaço e reconhecimento no teatro. Presente em peças que encantam o público como “O Livro da Júlia” na Argentina e “Viagem ao Centro da Terra”, espetáculo que recebeu o Prêmio Shell pela sua apresentação e montagem.

No cinema, Stofella atuou nos filmes “Talvez”,  “Pelas Minhas Própria Mãos” do diretor Felipe Sassi, e ainda em “Histórias Íntimas de Júlio Lellis”, longa vencedor do Festival de Cinema do Rio (CUBO) e também na categoria de melhor documentário de drama no Los Angeles Brazilian Film Festival.

Quando foi que a arte começou a ganhar espaço na sua vida?

A arte sempre fez parte da minha vida de várias formas. Eu sempre amei dançar. Costumava ir bastante ao teatro quando criança e era sócia assídua da locadora de filmes. Vivia no cinema. Queria muito fazer parte daquilo.

O que a fez escolher estudar turismo na faculdade?

Queria ir para o Rio estudar teatro, mas tinha um “acordo” com a minha família de que deveria ser formada, também, em outro curso. Escolhi Turismo porque, de certa forma, lida com o sonho das pessoas. Acho importante incentivar e ajudar os outros a realizarem seus sonhos. Acredito que acordamos todos os dias para isso. Pelo menos é o que me move. Mais tarde fiz, também, um MBA em Marketing na FGV. Gosto de estudar.

Como foi sua estreia com o espetáculo “O Livro de Júlia”?

Eu ainda estava na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) estudando quando recebi a indicação para fazer parte do elenco deste espetáculo. Foi um presente. Tinha acabado de chegar de Florianópolis. Fiquei muito feliz com aquela oportunidade. Foi lindo estrear num Festival Internacional, na Argentina. Convivemos e assistimos espetáculos de companhias de vários países. Uma experiência que guardo com carinho.

Qual foi a parte mais difícil em estrear pela primeira vez no cinema em “Talvez”?
Eu já tinha feito um curta no Rio há alguns anos. Não posso dizer que foi difícil. O Felipe Sassi é um diretor muito cuidadoso e atencioso com o elenco. Entrei no set sabendo exatamente o que ele queria. As cenas exigiam improviso, o que foi um desafio, mas assim que é bom, né? Nossa parceria deu tão certo que um tempo depois filmamos o curta “Pelas minhas próprias mãos” e temos outros projetos juntos em mente. Fazer cinema é mágico. Tem um outro tempo, uma delicadeza e um cuidado que me fascinam. Sou apaixonada. Quero fazer mais.

Como foi contracenar com Leandro Hassum em “Endependência”?

Uma delícia. Tenho a maior admiração por ele. Leandro é um gigante e um ótimo parceiro de palco e camarim. Lembro que muitas vezes ele improvisava por “horas” e eu me pegava só assistindo o Hassum em cena. Um mestre na comédia; e mestres nós observamos e aprendemos com eles.

Quais são os prós e os contras da vida de uma atriz?
Eu faço o que amo. Não gostaria de estar em outro lugar. Sou muito feliz e realizada. Claro que tem o ônus, como em toda profissão, acho que na minha é a instabilidade que enfrentamos e essa falta de incentivo à cultura. Temos tantos projetos que muitas vezes não saem do papel. É triste.

Como foi ver “Viagem ao Centro da Terra” receber o Prêmio Shell em 2001?
Foi um prêmio especial de montagem. Ficamos todos orgulhosos. Esse espetáculo foi incrível. Uma honra ter feito parte de algo tão grandioso. Tinha uma estrutura e logística absurdas. O público chegava no galpão, que ficava na Praça Mauá, num ônubus que saía do MAM. Nós atores participamos de todas as etapas do projeto, inclusive ajudamos na montagem dos túneis e cenários.

Como está sendo a temporada atual de “A Banheira” em São Paulo?
Fiz “A Banheira” durante sete meses. Saí para fazer outros dois espetáculos e em janeiro deste ano voltei para a temporada no Ruth Escobar. “A Banheira” fala de aceitação e respeito pelo outro de uma forma leve. O público gosta muito e se diverte.

Acredita que sua habilidade no ballet lhe deu algum apoio no teatro?
Claro. Acredito que o ator deve ter domínio sobre o seu corpo, que é o seu instrumento de trabalho. Além disso, o Ballet me exigiu disciplina, foco, persistência e muita vontade de superação. Um pacotinho que levarei pra vida toda.

Deixe uma mensagem.
Nesse tempo de intolerância que estamos vivendo só consigo pensar em falar em respeito. Vamos ser felizes e deixar que os outros sejam também. Cada um do seu jeito.

 

Sobre Luca Moreira:

Em março de 2016, Luca Moreira foi descoberto por um blog no Facebook , no qual ele passou a mudar de assunto várias vezes, escrevendo assuntos como esporte , nutrição e por fim, sobre cultura , a esse assunto, Moreira foi descoberta por um produtor profissional Teatro localizado na Barra da Tijuca , onde foi convidada para fazer seu primeiro estágio, ainda cursando o ensino médio.

Seis meses depois, Moreira fez um acordo com as irmãs Amanda e Louise Britto, no qual se combinou para divulgar o filme O Grande Circo Místico , dirigido pelo premiado diretor Cacá Diegues , que por causa de um problema com o produtor causou problemas em seu trabalho dentro da companhia teatral, que o fez renunciar a sua posição. Naquela época, Luca conhecia seus primeiros contatos com o médium profissional, como a atriz Rayssa Bratillieri e Ivan Rios.

Primo dos atores Giulliana Succine e Miguel Rivas , sempre ajudaram Giu com seus conselhos, que em dezembro de 2017 o fizeram se juntar a seu amigo Esdras Ribeiro, que na época possuía um conjunto de sites, onde começou a escrever seus primeiros assuntos. colunista. Sua primeira tentativa de escrever uma entrevista foi com o ator Pedro Carvalho , que estava no auge de sua carreira com o romance Escrava Mãe , exibido pela RecordTV . Seu primeiro artigo profissional foi lançado em 30 de janeiro de 2017, quando recebeu a atriz Malu Falangola, que foi uma das principais protagonistas do romance Malhação , naquela temporada.

Após uma curta temporada como editor do extinto Almanaque Mídia , ele recebeu a infeliz notícia de que o portal estaria fechando devido a problemas de gestão. Uma semana depois, Daniel Neblina, jornalista de Brasília que já estava assistindo ao jornalista, ligou para entrar no RegistroPOP , onde teve o reconhecimento de seu trabalho decolando, com artistas como Adriano Alves , Larissa Manoela , Thomaz Costa , Larissa Maciel , Sophia Abrahão e Lua Blanco. Em 11 de maio de 2018, depois de ficar mais de um ano na redação, ele já havia feito história em mais de 9 jornais diferentes, nos quais a grande maioria permanece com ele.

Apesar de tudo isso, esse ano não foi tão ruim, porque em março Luca conseguiu pela primeira vez alcançar sua carreira internacional, quando entrevistou a cantora americana Megan Nicole , de quem gostava desde a infância e que a conhecera YouTube , a atriz Violett Beane , estrela da série The Flash . Em outubro de 2018, retornou com seus projetos falando exclusivamente na série The Fifth Borough of Netflix , e estrelada pela atriz Chloe Lang .

Em outubro de 2018, Luca Moreira foi escolhido pela organização do prêmio brasileiro BreakTudo Awards 2018 como anfitrião oficial dos vencedores, juntamente com os youtubers Tiago Fabri e Alexandre Duarte. Sua apresentação oficial foi feita em 21 de outubro através de sua conta oficial no Instagram.

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