Luca Entrevista Luca Moreira

Luca Moreira entrevista Gabriel Contente de “Malhação – Vidas Brasileiras”

Luca Moreira entrevista Gabriel Contente de “Malhação – Vidas Brasileiras”

Atualmente como o personagem Kavaco, Gabriel Contente encara a sua primeira experiência em um elenco oficial na televisão na novela “Malhação – Vidas Brasileiras”. No teatro desde criança, aos 13 anos, passou a se dedicar profissionalmente a profissão, dando início aos seus estudos na CAL, uma das mais prestigiadas escolas de artes cênicas do Rio de Janeiro.

Durante sua vida em cima dos palcos, escreveu sua primeira peça original ainda adolecente, e protagonizou espetáculos como “Olavinho – Um Musical não Biográfico”, “Coisas Invisíveis” e “A Very Poter”.

Contente já participou de outros projetos na TV, como: “Rock Story”, “Totalmente Demais”, “Novo Mundo” e “Os Dias Eram Assim”.

Quando foi que o seu interesse pelo teatro começou?

O meu interesse pelo teatro começou quando eu tinha 13 anos. Desde criança eu já contava histórias e me envolvia nos projetos de peças da escola. Mas com 13 anos comecei a realmente me considerar um ator e comecei meus estudos para me profissionalizar. Uma pessoa importantíssima nessa minha história, foi minha primeira professora e diretora de teatro, Letícia Cannavale, que fez eu me apaixonar pelo mundo da arte, me presenteando com o personagem do Iago, em Otelo de Shakespeare.

No ar como Kavaco em “Malhação – Vidas Brasileiras”, como foi sua preparação para assumir esse novo personagem?

O Kavaco me lembra muito como eu era quando adolescente. Nós tivemos uma preparação Intensa com a Cris Moura, onde fomos estimulados à através do estudo do texto que já possuíamos, criar objetivos, vivências e gostos pessoais do personagem. Depois de um estudo aprofundado do personagem dei meu toque final de humor, que gosto de levar pra todos meus trabalhos.

Ainda na adolescência, conseguiu realizar seus estudos na CAL – Casa de Artes Laranjeiras, onde aprendeu interpretação. Qual a importância desse capítulo da sua vida na carreira?

Desde que decidi ser ator, tive muita vontade de fazer a CAL. Estudava em um colégio particular e meus pais não poderiam pagar a escola e o curso. Então perguntei se eles poderiam guardar o dinheiro que eles gastariam no colégio se eu passasse para o Pedro Segundo (Colégio Federal), e usassem para pagar a CAL. Eles concordaram, e assim aconteceu. A CAL foi muito importante na minha formação. Me fez entrar em contato com excelentes mestres, cujos ensinamentos levo até hoje, colegas com quem desenvolvi uma grande amizade e respeito profissional que me possibilitaram realizar vários trabalhos em conjunto e uma cultura artística gigantesca. Sou muito grato.

Antes de entrar para “Malhação”, a única produção que havia feito na televisão foi “Totalmente Demais”, onde participava como elenco de apoio. Quais lembranças guarda da época?

Totalmente demais foi um presente. Primeiro que estava saindo da CAL e já estava empregado e exercendo a profissão que escolhi. Depois que foi uma forma de ser apresentado ao mundo televisivo sem me expor muito, podendo entender como tudo funcionava e conhecer pessoas incríveis. Aprendi muito nos três anos entre a novela e a Malhação, fazendo peças, filmes, escrevendo meus textos e estudando na Unirio, minha faculdade maravilhosa. Agradeço muito ao Fabio Zambroni por me dar a oportunidade de fazer Totalmente Demais.

O que o inspirou a escrever “Olavinho, Um Musical Não Biográfico”?

Olavinho foi criado a partir das músicas de um grande Ídolo meu, Eduardo Dussek. O texto foi todo escrito para ligar essas músicas. A partir daí foi saindo uma grande comédia debochada, que tem tudo a ver comigo e com o próprio Dussek. Olavinho, um musical não Biográfico, critica a forma megalomaníaca de se fazer musicais, o culto aos enlatados americanos e a banalização dos musicais biográficos Brasileiros.

Com a chegada dessa época do ano, nada mais justo do que falar um pouco sobre sua peça “Natal”. Como o projeto surgiu e qual significado ela traz para o público?

Natal surgiu a partir da necessidade de falar sobre o egoísmo do Ser Humano. Sobre a dependência da tecnologia, a alienação e a normalização. Escrevi durante o Natal de 2016 quando estava completamente envolto pelo cinismo de pessoas que só lembram que se amam no Natal e pelo consumismo descontrolado que virou uma festa que era para celebrar o amor e a solidariedade. Natal é um texto inspirado no teatro do Absurdo, mas a realidade que ele mostra é bem real e assustadora.

Existem planos de retorno ao teatro?

Talvez eu já volte ao teatro ano que vem. Mas isso só o tempo vai poder dizer!

Sobre o autor | Website

Luca Rocha Moreira, nascido na manhã de 14 de maio, 1998 na cidade de Niterói, filho de Lucia Maria Rocha e Luiz Carlos Falcão Moreira, um designer gráfico que morreu em 2012 vítima de câncer de pulmão. Em 2008, ele foi morar com sua mãe e seu padrasto, o veterinário Vladimir Fernandes, que já era pai de seu irmão Eduardo Rocha, e que alguns anos depois adotou sua irmã mais nova, Camila, em Macapá. Além desses dois, Luca também é irmão de Leonardo e Alexandre Tristão. Seu avô materno era comissário de bordo da Varig, falida em 2006. Iniciou o ensino médio na Escola Técnica Estadual Henrique Lage, onde cursou o técnico integrado em engenharia naval. Em 2015, Moreira começou a fazer um curso de formação de atores profissionais, fazendo testes em aula como ''Navalha na Carne'' do autor Plínio Marcos. Mas depois de cinco meses de treinamento, ele começou a ter problemas com sua classe, pois incomodou seus colegas por não serem tão fáceis de incorporar seus personagens na primeira vez, o que o deprimiu. Ele teve aulas com o professor e ator profissional Alécio Abdon, que participou de algumas novelas da Rede Globo. Sua base de estudos foi através do dramaturgo russo Constantin Stanislavski. Atualmente estudando jornalismo na Universidade Estácio de Sá, iniciou seus estudos acadêmicos em março de 2018, antigamente no curso de publicidade, mais no segundo período, decidiu se mudar para o jornalismo, analisando contato e sua facilidade na área. Lá ele também participou de projetos estudantis, como ter entrado como editor do principal jornal interno da faculdade, ''O Estaciente''. Ali publicou vários artigos que escreveu, como os de Rodrigo Tardelli e Babi Xavier. Em seu tempo no jornal interno da universidade, ele teve a oportunidade de experimentar outros assuntos fora do mundo artístico e celebridades, como as eleições presidenciais no Brasil em 2018, onde ele foi responsável por escrever sobre os quatro candidatos que lideravam a presidência: Jair Bolsonaro, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. Em março de 2016, Luca foi descoberto em sua página no Facebook, no qual veio a mudar de assunto várias vezes, escrevendo assuntos como esportes, nutrição e por fim, sobre cultura, por esse assunto, Moreira foi descoberto por uma produtora de teatro profissional localizada na Barra da Tijuca, onde foi convidado para fazer seu primeiro estágio, ainda cursando o ensino médio. Seis meses depois, fez um acordo para divulgar o filme ''O Grande Circo Místico'', dirigido pelo premiado diretor Cacá Diegues, que por causa de um problema, o fez renunciar a sua posição. Naquela época, Luca conhecia seus primeiros contatos com o meio profissional, como a atriz Rayssa Bratillieri, que mais tarde fez a personagem Pérola Mantovani em “Malhação – Vidas Brasileiras”. Primo dos atores Giulliana Succine e Miguel Rivas, sempre ajudou Giulliana com sua assessoria, que em dezembro de 2017, se juntou a Esdras Ribeiro, que na época possuía um conjunto de sites, onde ele começou a escrever seus primeiros assuntos como colunista. Sua primeira tentativa de escrever uma entrevista foi com o ator Pedro Carvalho, que estava no auge de sua carreira com a novela ''Escrava Mãe'', exibida pela Record TV. Seu primeiro artigo profissional foi lançado no dia 30 de janeiro de 2017, quando conheceu a atriz Malu Falangola, que estava na Rede Globo naquela época. Após uma curta temporada como o extinto ''Almanaque Mídia'', ele recebeu a infeliz notícia de que o portal estaria fechando devido a problemas de gestão. Uma semana depois, Daniel Neblina, um jornalista de Brasília que já estava o observando, o chamou para entrar no ”RegistroPOP'', onde ele teve o reconhecimento de seu trabalho decolando com artistas como Adriano Alves, Larissa Manoela, Thomaz Costa, Larissa Maciel, Sophia Abrahão e Lua Blanco. Em 11 de maio de 2018, depois de ficar mais de um ano na redação, ele já havia feito história em mais de 9 portais diferentes. Em março de 2018, iniciou sua carreira internacional, quando entrevistou a cantora americana Megan Nicole, de quem gostava desde a infância. Um tempo depois veio a atriz Violett Beane, estrela da série ''The Flash''. Cinco meses depois da entrevista com Beane, conheceu através do Facebook, a atriz Chloe Lang, que entre os anos de 2013 e 2014, interpretou a personagem Stephanie Meanswell na série infantil LazyTown, exibida pelo Discovery Kids, indo ao ar em setembro daquele ano.

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