Programação da TV João Pedro

Programa Bem Estar 14/11/2018

Programa Bem Estar 14/11/2018

Bem Estar desta quarta-feira, dia 14/11,  convidou a endocrinologista Cíntia Cercato e o gastroenterologista e hepatologista Luiz Carneiro para falar sobre o pâncreas.

Função Exócrina

Faz parte do sistema digestivo. As células produzem o suco pancreático que tem enzimas. Essas enzimas vão quebrar a gordura, proteína e carboidrato para serem absorvidos pelo organismo.

Alguns sintomas podem indicar que a função exócrina não está funcionando:

Diarreia
Cocô com oleosidade e boiando
Dor forte na barriga que vai para as costas
Náusea
Vômito
Empachamento
Dieta restritiva pode aumentar gordura no fígado?

Função Endócrina

A principal função é controlar a glicose no sangue. Por isso, são produzidos dois hormônios – insulina e glucagon.

Biossensor pode indicar o risco de câncer de pâncreas

Câncer de pâncreas e pancreatite
A pancreatite é a inflamação do pâncreas. Ela ocorre por alguns motivos:

Nas mulheres, a principal causa é a pedra de vesícula que se desloca
Remédios
Vírus
Abuso de álcool
Já o câncer de pâncreas, diferente da pancreatite, começa num pedacinho e cresce. Por isso, é uma doença silenciosa. O diagnóstico não é tão fácil. Os sinais de alerta são os mesmos da pancreatite. Hábitos saudáveis e ‘cuidar bem’ do pâncreas estão entre os preventivos.

Transplante de pâncreas é indicação em alguns casos de diabetes

Transplante de pâncreas
Não é uma solução comum, mas para quem tem diabetes gravíssima, descontrolada, a única saída pode ser o transplante de pâncreas. O Bem Estar conversou com duas mulheres sobre o assunto, a assistente administrativo Jéssica Freire Francisco e a profissional de educação física Silvia da Rocha Caldas.

As duas sofreram com a diabetes tipo 1, doença provocada por uma falha no funcionamento do pâncreas. O órgão é responsável pela produção da insulina, que regula a taxa de açúcar no sangue.

“Eles ficaram doentes na infância e adolescência. Quando chegam aos 30, 40 anos, metade deles terão complicações de diabetes. Passamos a entender diabetes 1 na sua forma mais grave”, explica o cirurgião de aparelho digestivo Marcelo Perosa.

Na adolescência, a Jéssica não entendia a gravidade da doença e comia o que não podia, como chocolates, leite condensado, e foi internada várias vezes. As consequências foram sérias e graves. “Tive retinopatia diabética. Tive problema cardíaco, insuficiência cardíaca e também começou a afetar os rins”, conta.

Ela precisou também de remédios para o coração e sessões de hemodiálise para filtrar do sangue o que o rim já não conseguia fazer. Ela teve indicação de transplante duplo: pâncreas e rim, na mesma cirurgia.

A Silvia, na diabetes conhecida como hiperlábil, tinha apagões repentinos. Ela também recebeu um pâncreas. Depois da cirurgia, a diabetes de uma vida inteira não existe mais. “Estou mais forte, com sensação de que posso fazer tudo”.

Bem Estar

Apresentado por Mariana Ferrão e Fernando Rocha nas manhãs de segunda a sexta, o programa tem a participação fixa de médicos e de especialistas das mais diversas áreas.

O programa vai ao ar às 10h09, na Rede Globo

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